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A importância do voto: Alzerina Plácida, 74 anos, reafirma seu compromisso cívico em Porto Velho
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A aposentada federal Alzerina Plácida, de 74 anos, é um exemplo de cidadania em Porto Velho. Mesmo não sendo mais obrigada a votar, ela faz questão de comparecer às urnas. Para Alzerina, o ato de escolher representantes é uma forma de exercício da cidadania e um lembrete de que, no momento do voto, todos têm os mesmos direitos. Ela afirma: "Tem que ter o voto da filha, do neto, da família inteira. Não importa se é pobre, preto ou branco; na hora do voto, somos todos iguais".
Moradora do Bairro Novo, Alzerina enfrenta a distância até o centro da cidade para votar. Apesar da dificuldade, essa não é uma barreira para sua participação nas eleições. Ela lembra que, antigamente, costumava fazer o trajeto a pé. "Sempre fui a pé, feliz da vida que eu ia votar no meu candidato. Graças a Deus, estou com saúde e vamos", conta com entusiasmo.
Neste domingo de eleição, Alzerina foi acompanhada pela filha, a pedagoga Alessandra Plácida. Alessandra a levou de carro até o local de votação e ressaltou a importância do ato para sua mãe. "Nesta eleição, ela falou que queria exercer a cidadania: 'Minha filha, vamos lá, eu quero votar e contribuir para a melhoria do nosso país'. Eu a trago com o maior prazer, porque isso faz sentido para ela", relata a filha.
Alessandra também vê a determinação da mãe como um exemplo para os jovens. Ela acredita que é fundamental mostrar às novas gerações que a escolha dos representantes é uma responsabilidade que todos devem assumir. "É muito importante que as futuras gerações saibam que eles têm esse poder de eleger a pessoa que queremos que nos represente, garantindo nossos direitos. Nós temos esse poder nas mãos", afirma.
Além disso, Alzerina guarda memórias de quando Rondônia ainda era um Território Federal, período em que trabalhou como servidora pública federal. Naquela época, seu papel era ajudar a população e tratar a todos com igualdade. "Sempre trabalhei no governo, na administração. Era para orientar as pessoas. A gente explicava, indicava o caminho. Tratava todo mundo igual, sem fazer diferença", conclui.
Data 25/10/2026, às 23:50 horas
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